Com seminovos em risco, Movida deve procurar por novas alternativas

Movida (MOVI3) deve entrar com novas alternativas de geração de receita caso o Projeto de Lei (PL) da Venda Direta seja aprovado, avaliou a XP Investimentos. Mesmo assim, a empresa de aluguel de carros vê como baixas as chances da proposta ser aprovada, como foi exposto na primeira edição da XP Institutional Meetings, realizada nos dias 3 e 4 de outubro.

O texto inicial do PL determinava que os veículos adquiridos com descontos nas montadoras deveriam ser revendidos a partir de dois anos da aquisição, enquanto a lei atual permite a revenda com um ano.

Competição

O movimento de entrada das montadoras no segmento de aluguel de veículos já ocorreu no exterior, mas a Movida acredita que isso não deve acontecer no Brasil, uma vez que a diversificação e o mix em território nacional são menos favoráveis às montadoras.

No segmento de aplicativo, a companhia projeta tendência de maior competição entre as concorrentes. Já em relação à categoria de seminovos, a Movida espera aumentar o volume e as margens em 2020.

Expansão

Mesmo apresentando um crescimento sequencial no segmento de aluguel de carros, a Movida diz que há espaço para mais expansão – especialmente quanto à fidelização de clientes.

Por fim, os aluguéis corporativos, ainda que reprimidos, estão dando sinais de recuperação e potencial de crescimento no curto prazo.

“A companhia se vê confortável frente à competição, apesar dessa ter aumentado”, concluiu a XP.

A corretora recomenda compra para as ações da empresa, com preço-alvo de R$ 19 e potencial de valorização de 26,92%.

Fonte: Money Times

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