Estudo da Marbor revela cinco problemas que toda empresa que possui veículos tem e não sabe

Entre as áreas impactadas estão a administrativa, a financeira e a comercial

 

 

A Marbor Locadora de Veículos realizou um estudo que constatou que todas as empresas que possuem veículos têm cinco problemas principais, mas não sabem. São eles: comprometimento do fluxo de caixa; desvio de foco; falta de otimização; excesso de burocracia; supressão de flexibilidade.

“Os veículos consomem muito o fluxo de caixa, porque a compra tem alto valor e a manutenção também é cara, pois inclui, além dos cuidados mecânicos, que devem ser periódicos para a segurança de todos, as taxas que já vêm embutidas, como licenciamentos, Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), seguros e outros detalhes custosos. Sem falar no gasto com juros, no caso de financiamentos”, explica Larissa Borenstein, diretora-comercial do Grupo Marbor.

Larissa Borenstein

Larissa cita também as perdas com a depreciação dos automóveis. “Dizem que os carros já saem da concessionária desvalorizados. E é verdade. As empresas investem muito na compra de veículos que em pouco tempo vão valer muito menos. É um prejuízo enorme, um dinheiro que poderia ser investido em equipamentos, modernização e treinamento”.

Já em relação ao foco, a diretora afirma que qualquer tarefa demanda tempo e, se parte da equipe da empresa precisa cuidar da frota, dedica-se atenção ao que não é necessário. “Os colaboradores devem estar focados no seu negócio principal, nos resultados, não em verificar se os veículos estão em bom estado, se precisam socorrer algum funcionário que ficou na estrada porque o carro quebrou nem se está na época de fazer a revisão ou renovar o seguro”.

O foco está diretamente ligado ao próximo fator: otimização. “A operação nunca pode parar, precisa ser ágil e eficiente. Se um veículo próprio quebra, ele fica parado na empresa ou na oficina enquanto a equipe tem de se virar com um recurso a menos e gastar tempo tentando resolver esse imprevisto. Isso não custa apenas o conserto, custa também a insatisfação do cliente, eventualmente não atendido, e dos colaboradores”, esclarece Larissa.

A parte burocrática é uma queixa comum em qualquer negócio e pode ser minimizada com algumas mudanças. “Toda burocracia que é possível eliminar, deve ser excluída imediatamente. Carros também têm a parte de documentação, multas, seguros, taxas e outros trâmites que precisam ser feitos e isso acaba tornando tudo mais moroso e desgastante”.

Por fim, a flexibilidade é fator fundamental para qualquer empresa crescer. “Qualquer organização deve focar e trabalhar para o volume de vendas aumentar sempre. Mas a gente sabe que existem momentos em que ocorrem quedas e então se pensa o que fazer com aquela frota grande, dos tempos de ampla produção? Vender e receber menos de um terço do que gastou? Deixar os carros parados sem uso e gerando mais perdas? Não precisa. Com uma frota terceirizada, é possível adequar o número de veículos ao momento da empresa. Hoje, não faz nenhum sentido investir em veículos próprios, se tem no mercado companhias especializadas na terceirização que vão cuidar de tudo isso, além de deixar a frota padronizada e segura, valorizando a imagem da marca e evitando transtornos”, conclui.

 

Confira as responsabilidades das empresas com os veículos

 

Frota própria    Frota locada

 

Seguro                Aluguel

IPVA

Licenciamento

Manutenção + pneus

Custo do veículo

Despachante

Depreciação

Veículo-reserva

Despesas administrativas

Impostos

Controle de multas de trânsito

 

Fonte: KG Comunicação Corporativa

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